Filosofia de Botequim

Férias, férias, férias de verdade.

by - lucy davey

by – lucy davey

Aqui vou eu aproveitar o verão antes de iniciar mais um ciclo emocionante da minha vida. Prometo continuar a tirar as fotos para o 365 Grateful, mas só as poderei publicar quando regressar. Espero que sejam muitos momentos de gratidão revestidos a sal, sol e mar. Estou feliz por ir para a praia que tanto amo, Porto-Covo. Quem tiver oportunidade, recomendo o Festival de Músicas do Mundo de Sines até dia 25 de Julho, que este ano voltará a ter espectáculos gratuitos em Porto-Covo.

E por aí? Já têm férias planeadas?

Até já

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365 Grateful

365 Grateful

Dia_127_365grateful

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#127 Ter o carinho de quem quer cuidar porque ama.

Dia_128_365grateful

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#128 Terminar os testes para o novo projecto de bordados que vou iniciar.

Dia_129_365grateful

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#129 Fazer 8 anos de “namoro/casamento” com o senhor Feliz. Foram 8 anos de muito amor, amizade e solidariedade. Muitos anos de fazer as pazes antes de ir dormir, porque prometemos que nunca nos iriamos deitar zangados. Que venham muitos mais.

Dia_130_365grateful

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#130 Aprender a trabalhar com uma nova ferramenta de trabalho. Muito mais rápida e organizada.

Dia_131_365grateful

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#131 Entrar no doutoramento em quarto lugar foi um alívio.

Dia_132_365grateful

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#132 Ter um dia inteiro sem nada combinado e aproveitar para ler até não conseguir mais.

Dia_133_365grateful

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#133 Um presente bonito do sr. Feliz

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Projectos do Botequim

Da criatividade e do experimentalismo.

As recordações mais antigas que tenho estão relacionadas com cheiros. Lembro-me do cheiro a tintas a óleo ou do linho cardado em casa. A esses cheiros associo sempre cores, as cores das tintas dos quadros da minha avó Beatriz ou do meu pai, ou as cores das linhas dos bordados da minha avó Gracinda. O meu mundo foi construído nessa parceria, entre cores e cheiros.

E é nessas memórias que agora encontro conforto para explorar a minha criatividade. Procuro na aprendizagem das tintas de aguarela uma nova forma de me expressar, ou no bordado um contínuo das memórias e histórias da minha família. Histórias que ajudaram a tecer a pessoa que hoje sou, e que continuaram a moldar até ao último dia da minha vida.

Não pretendo ser pintora aclamada ou bordadeira profissional, mas o acto de pintar ou bordar, ajuda-me a voltar para esse lugar de familiaridade, segurança e conforto. Ajuda-me a voltar a uma época mais tranquila e calma, onde o tempo não corria para lado algum. Onde os braços das avós são extensões de nós mesmos, onde as brincadeiras não têm fim e os amigos são eternos: “Amigas para sempre.”

E nesta vida que corre sem parar, por vezes para lado algum, preciso desse colo e dessa casa, desse sentimento de pertença, desse lugar que me deixa criar sem julgamentos e expectativas. Sem que o produto final tenha de ser avaliado, a não ser pelo prazer que me trouxe. Já roubei muitas horas de prazer por achar que não valia a pena, que não era suficientemente boa paro o fazer. E para quê? Porquê? Chego a conclusão que o fazer, o criar, o explorar não são só para alguns eleitos. Está lá para me alimentar a alma e ser um refúgio. Para me ajudar a olhar o mundo com outros olhos e sorrir mais um bocadinho.

E por ai? Quais foram as últimas “pequenas, grandes” obras de arte que realizaram?

Teste #1

Teste #1

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